Jardim Botânico - Rio de Janeiro
maio 01, 2017
Começo com um grande suspiro quando eu falo do Jardim Botânico do Rio de Janeiro / RJ.
Fundado em junho de 1808, é um dos 10 maiores santuários de plantas do Mundo.
Chegando lá, já vemos de longe as palmeiras imperiais que ficaram na nossa memória através de novelas que passavam na minha infância.
Ao entrar, temos a esquerda o Jardim Sensorial que é a oportunidade dos deficientes visuais tem de sentir o Jardim Botânico.
É fácil deixar escapar lugares no Jardim Botânico, afinal são 137 hectares.
Como chegar: O Jardim Botânico situa-se no também chamado Bairro do Jardim Botânico, na rua que também se chama na Rua Jardim Botânico.
Para quem vem pelo Metrô, é preciso descer em alguma estação que tenha ônibus integrado ao Metrô. Próximo à Estação Botafogo do Metrô, existem ônibus que seguem pela Rua São Clemente (ao lado da estação) e passam pela Rua Jardim Botânico.
E qualquer caminho nos leva ao Jardim Botânico! Super fácil achar os ônibus através do aplicativo Moovit (baixe no seu celular, é de graça).
Quanto custa: A entrada custa R$ 7,00 e não tem desconto para quem é morador do Rio, ou seja, todo mundo paga igual.
Horários de funcionamento: Não tem dia para visitar, apenas fique atento ao horário que é das 08:00 ás 17:00. Nas segundas, o Jardim Botânico abre as 12:00
Não deixe de visitar os cactários que ficam perto do Jardim Sensorial. São cactos incríveis e alguns eu nunca tinha visto. Afinal são mais de 400 espécies expostas lá.
Outro ponto alto do Jardim Botânico é Orquidário com 3000 mil exemplares de cerca de 600 espécies diferentes de orquídeas.
Esse eu fui conhecer só depois de umas 5 visitas ao Jardim Botânico, e é a Casa dos Pilões que é a Real Fábrica de Pólvora, que supria pólvora para os armamentos de defesa das terras brasileiras.
As palmeiras imperiais são um show a parte. O primeiro exemplar no Brasil foi plantada em 1809 no Jardim Botânico.
Jardim Japonês - Criado em 1935, a delicadeza da cultura japonesa encanta os visitantes, com bonsais, cerejeiras, bambuzais e lagos artificiais com carpas.
Fundado em junho de 1808, é um dos 10 maiores santuários de plantas do Mundo.
Chegando lá, já vemos de longe as palmeiras imperiais que ficaram na nossa memória através de novelas que passavam na minha infância.
Ao entrar, temos a esquerda o Jardim Sensorial que é a oportunidade dos deficientes visuais tem de sentir o Jardim Botânico.
É fácil deixar escapar lugares no Jardim Botânico, afinal são 137 hectares.
Reserve 2 horas para seu passeio, no mínimo, e vá de tênis e roupas leves. Leve sua água, pois dentro do Jardim Botânico não tem mais a cafeteria.
Como chegar: O Jardim Botânico situa-se no também chamado Bairro do Jardim Botânico, na rua que também se chama na Rua Jardim Botânico.
Para quem vem pelo Metrô, é preciso descer em alguma estação que tenha ônibus integrado ao Metrô. Próximo à Estação Botafogo do Metrô, existem ônibus que seguem pela Rua São Clemente (ao lado da estação) e passam pela Rua Jardim Botânico.
E qualquer caminho nos leva ao Jardim Botânico! Super fácil achar os ônibus através do aplicativo Moovit (baixe no seu celular, é de graça).
Quanto custa: A entrada custa R$ 7,00 e não tem desconto para quem é morador do Rio, ou seja, todo mundo paga igual.
Horários de funcionamento: Não tem dia para visitar, apenas fique atento ao horário que é das 08:00 ás 17:00. Nas segundas, o Jardim Botânico abre as 12:00
Não deixe de visitar os cactários que ficam perto do Jardim Sensorial. São cactos incríveis e alguns eu nunca tinha visto. Afinal são mais de 400 espécies expostas lá.

Esse eu fui conhecer só depois de umas 5 visitas ao Jardim Botânico, e é a Casa dos Pilões que é a Real Fábrica de Pólvora, que supria pólvora para os armamentos de defesa das terras brasileiras.
Não deixe de conhecer no Jardim Botânico Rio de Janeiro o chafariz.
Quatro figuras representam o chafariz central: a música, a poesia, a ciência e a arteAs palmeiras imperiais são um show a parte. O primeiro exemplar no Brasil foi plantada em 1809 no Jardim Botânico.
Jardim Japonês - Criado em 1935, a delicadeza da cultura japonesa encanta os visitantes, com bonsais, cerejeiras, bambuzais e lagos artificiais com carpas.















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